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70 anos Dupont


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Fact Sheet




Crescendo com o Brasil


1937- 1950
DuPont + ICI = Duperial

Produtos importados e Segunda Guerra Mundial
Explosivos para o desenvolvimento do país: estradas, pontes, hidrelétricas, minas, túneis, etc.

Em 1937 a DuPont e a inglesa ICI - Companhia Imperial de Indústrias Químicas - se associam, constituindo a Indústrias Químicas Brasileiras Duperial S.A. para comercialização de produtos de ambas as empresas. A sede fica no Rio de Janeiro, capital da República. O portfólio de produtos é bastante extenso, da soda cáustica para indústria de sabão aos filmes para raio X, passando pelos explosivos, de enorme importância no processo de urbanização das cidades, assim como para abrir estradas: são deste período grandes rodovias, como a Anhangüera (1940), a Anchieta (1947) e a Dutra (1951).

Muitos dos produtos DuPont - inclusive o nylon, criado pela empresa na década de 30 - têm a produção comprometida, nos Estados Unidos, com os esforços de guerra dificultando exportações. Ao mesmo tempo, o Estado Novo de Getúlio Vargas estimula a substituição das importações. Assim, já em 1938 inicia-se a procura por um lugar adequado à produção de explosivos, que passam a ser fabricados em Barra Mansa, Rio de Janeiro, somente ao final dos anos 40. Neste momento, com sede em São Paulo (1943), a Duperial possuía extensa rede de distribuição em todo o país.



1951 - 1970
Agora, DuPont do Brasil

Em 1953, DuPont e ICI desfazem a sociedade que dera origem à Duperial. Com a separação, a fábrica de explosivos se torna propriedade da DuPont. E, nos vinte anos que vão até 1970, a empresa concentra em Barra Mansa o desenvolvimento da manufatura de produtos. Em 1957 passa a fabricar o Gás Freon®, para refrigeração, e, em 1967, defensivos agrícolas.

Ao início dos anos 50 o governo define como prioritários para o País alguns setores em que a DuPont e seus produtos têm muito a colaborar, como as indústrias têxtil e química, energia e metalurgia. Num período de modernização do País - que engloba os estímulos à industrialização do governo Juscelino Kubitschek, a DuPont expande suas instalações em Barra Mansa. De lá oferece também polidores para acabamentos da pintura de carros, engrossando a rede de fornecedores que se forma em torno da nascente indústria automobilística brasileira.



1971 - 1980
Diversificação nas áreas de atuação

O "milagre brasileiro" e a substituição de importações.
Novos negócios incluem tintas, eletrônica, têxteis e associações no setor químico

Os anos 70 marcam a diversificação na produção da DuPont, que participa ativamente do movimento, na economia nacional, para substituição de importações e aumento das exportações. Expande suas fábricas para além da unidade de Barra Mansa (ampliada para produzir herbicidas), com a Polidura em Guarulhos; Lycra®, em Paulínia; unidade de produtos fotográficos e para a indústria eletrônica, em Diadema, além de empreendimentos no Nordeste, em química, segundo modelo em voga na época, que buscava associar governo com capitais nacionais e estrangeiros.

No último número de 1978 de "Notícias DuPont", publicação bimestral da empresa, lê-se na mensagem de fim de ano do gerente-geral no Brasil, Louis Rossi, que o ano fora o melhor em toda a história da DuPont no país, com vendas "na casa dos 3,6 bilhões de cruzeiros e recordes de vendas em explosivos, agroquímicos, Freon®, Lycra® e muitos dos nossos produtos de revenda".

O grande prestígio da Lycra® no Brasil já se prenuncia. A fábrica de Lycra® foi duplicada antes mesmo de iniciar suas operações, conta Edward Kane, presidente mundial da DuPont em entrevista à revista Exame de novembro de 1974, na qual declara: "a DuPont está no Brasil a longo prazo, temos fé neste país e no seu povo".



1980 - 1985
Nova sede em Alphaville

Investimentos ampliam os negócios da empresa

A DuPont inaugura sua nova sede em Alphaville em agosto de 1981, com planos de crescimento e um faturamento em que os produtos químicos ocupam a primeira posição, com 42%; seguindo-se fibras e tintas, com 40%; explosivos, com 12%; e plásticos, com 6%. Neste período a empresa continua a crescer, com mais investimentos na fabricação de Lycra®, na unidade de Diadema e na produção de explosivos.

A associação com a Renner, em 1985, incrementa a produção de tintas, ao mesmo tempo em que a empresa ingressa na área de mineração, adquirindo reservas de atanásio, fosfato e nióbio em Minas Gerais e a Mineração Del Rey, no Paraná - produtora de fluorita, utilizada na produção do Freon®.



1986-1990
50 anos de Brasil e globalização

Redirecionamento dos investimentos da DuPont no país.
Unem-se as operações das subsidiárias da Argentina, Brasil e México

A segunda metade dos anos 80 se inicia com o redirecionamento dos investimentos da DuPont no País, passa pela comemoração dos 50 anos no Brasil, em agosto de 1987, e termina com a globalização da empresa, que une as operações das subsidiárias do Brasil, Argentina e México.

A empresa decide abandonar áreas em que já não é a exclusiva detentora de tecnologia ou em que já não almeja liderança e busca novas áreas de crescimento. Assim, vende o negócio de explosivos e se retira das empresas químicas a que se associara, a Salgema e a Isocianatos do Nordeste.

Registra, em 1988, o maior faturamento até então obtido no país, esperando crescer 21% no ano seguinte e chegar a uma receita de um bilhão de dólares em dez anos, de acordo com reportagem de O Globo em seis de dezembro.



1991-1995
Gases Suva® e dióxido de titânio

A fábrica de dióxido de titânio é inaugurada em Minas.
A Lycra® é uma sensação

O ano de 1991 começa com um lançamento importante: o da linha de gases Suva®, substitutos de CFC, que passa a ser distribuída pela DuPont no mercado internacional. Para a subsidiária brasileira, é de especial importância a inauguração, em 1992, da fábrica de dióxido de titânio, concluindo um processo que se iniciara em meados dos anos 80. Em 1994 é lançada uma nova linha de tintas anticorrosão, e no ano seguinte a DuPont aumenta sua participação na joint-venture com a Renner de 30 para 46%, criando a Renner DuPont Tintas Automotivas e Industriais.

Ainda em 1991, a DuPont faz pela primeira vez uma campanha publicitária para a lycra no âmbito da América do Sul: a campanha "Lycra Sensations" é veiculada ao mesmo tempo em português e espanhol, na Argentina, Brasil, Colômbia, Peru e Venezuela. O desenvolvimento da área têxtil é significativo neste período: além de mais uma ampliação da fábrica de Lycra®, em Paulínia, a DuPont lança no país uma nova fibra, o Supplex®, e se associa à Vicunha para ser a maior produtora de Nylon® têxtil do continente.



1996-2000
Produtos sustentáveis são o novo foco da DuPont

A DuPont abre mão de tradicionais linhas de negócio.
Novas aquisições e associações.

A DuPont mais uma vez se renova, agora para apostar no desenvolvimento de produtos sustentáveis. Desfaz-se de grandes negócios, como os da área de petróleo (a DuPont vende a Conoco), e volta seus investimentos para a aquisição da Protein Technologies International e da Pionner Hi Breed, maior empresa de sementes do mundo.

Em 97, o então vice-presidente executivo da DuPont, Charles "Chad" Holliday, vem ao Brasil e declara em entrevista coletiva que "a biotecnologia será o novo nylon da DuPont". Em 99, já como presidente da empresa, e usando um terno de Sorona®, afirma à imprensa mundial, reunida no hotel Waldorf Astoria, em Nova York, que "a biotecnologia será para a DuPont, no próximo século, o que a química foi neste".

O novo cenário pede um novo slogan: "Os milagres da ciência".

No Brasil os defensivos agrícolas são destaque nos resultados da empresa. No ano de 1997, por exemplo, representam o principal item do faturamento, correspondendo a 25% do total, segundo a Gazeta Mercantil de 24 de setembro. Assim, a parceria com a Griffin, em 1998, vem fortalecer mais ainda a posição da DuPont neste mercado.

Quando a corporação absorveu, em 1999, as operações da Herberts, subsidiária de tintas da Hoescht, a DuPont, no Brasil, aumenta sua fatia na Renner. A empresa adquire instalações da Cobafi, em Camaçari, onde passa a fabricar Nylon® para pneus em associação com a empresa turca Sabanci.



2000-2007
As cinco plataformas de crescimento e 70 anos de Brasil

Ao completar os 200 anos de sua fundação, a DuPont vende as unidades de produtos têxteis e farmacêuticos e se reorganiza em novas plataformas.
Aos 70 anos no Brasil, reafirma seu compromisso com o desenvolvimento sustentável

A DuPont completa 200 anos em 19 de julho de 2002. Muita coisa mudou na companhia, desde o início, com a fabricação de pólvora em Wilmington, Delaware, até este momento - e continua a mudar. Já em 2001, vende sua unidade farmacêutica por 7,8 bilhões de dólares para o Laboratório Bristol-Myers. Em 2002 vende os negócios da área têxtil para a Koch Industries por 4,4 bilhões de dólares, dando adeus a algumas de suas marcas mais famosas, como a Lycra®, o Nylon® e o Poliéster®; mas prometendo a fabricação de uma biofibra a partir da fermentação do açúcar, milho, cana ou beterraba.

Comemora o ducentésimo aniversário reestruturada em cinco plataformas: Eletrônica e Comunicação; Materiais de Alta Performance; Tecnologias de Cor e Revestimento; Segurança e Proteção; Agricultura e Nutrição.

Em 2003, foi anunciada a associação da DuPont com a Bunge, criando a Solae, para atuar inicialmente no mercado de proteína e lecitina de soja. A aliança prevê acordo na área de biotecnologia para desenvolvimento e comercialização de grãos de soja com características melhores e oferta de produtos e serviços para agricultores.

Ao celebrar 70 anos de Brasil em 2007, a DuPont continua a progredir com o país. Mantém os investimentos no Brasil, na área de Agricultura e Nutrição com excelentes perspectivas de participação nos planos globais para o desenvolvimento de produtos sustentáveis, e ainda para as áreas de Tecnologias de Cor e Revestimento - especialmente no que toca às tintas automotivas - e Segurança e Proteção, no que se refere à construção.

O compromisso com o desenvolvimento sustentável se reafirma também por meio de iniciativas nas áreas de educação e meio ambiente, como o programa Cultivando Cidadãos, para desenvolvimento da educação científica em escolas públicas de áreas rurais e a participação no Instituto BioAtlântica, para conservação da Mata Atlântica e ecossistemas associados.

A DuPont, seus produtos e o cotidiano dos brasileiros


Anos 30

A Duperial, aliança da DuPont com a inglesa ICI, anunciava um extenso portfólio de produtos, a maioria deles importado: água raz, amônia anidra; anilinas; barrilha; breu; carvão ativo; cloreto de cal; cloreto de metila; clar-apel; dissolventes e diluentes; explosivos; extratos tânicos; fecho relâmpago (éclair); filmes cinematográficos e raios X; liptônio; matérias plásticas; metais; pano-couro; pigmentos minerais e orgânicos; soda cáustica; sulfureto de sódio; tintas DuPont, Duco, Dulux e Piralmy.

A aplicação do celofane para embalagens, desenvolvida pela DuPont, conquistou um enorme sucesso no Brasil. A cola-tudo Duco já era bastante conhecida dos brasileiros, e laboratórios de corantes químicos para assistência à indústria têxtil, de papel e couro já funcionavam no Rio e em São Paulo.


Anos 40

O esforço de guerra prejudicou a exportação de produtos norte-americanos, e por meio de propaganda a DuPont se desculpava pelos atrasos no fornecimento de mercadorias a seus clientes brasileiros. Nos anos 40, a empresa já vendia fertilizantes e defensivos agrícolas no Brasil.

A produção do Nylon® - fibra sintética criada pela DuPont - voltava-se para a guerra, adiando o grande sucesso das meias de Nylon e da utilização do fio para inúmeras finalidades, do vestuário ao iatismo.

Para abrir estradas, construir barragens e hidrelétricas, abrir minas e túneis, o Brasil também necessitava de explosivos, que começaram a ser produzidos no país no final dos anos 40.


Anos 50

O automóvel e a geladeira, dois ícones da modernidade na época, levavam produtos DuPont. O gás Fréon®, já produzido no Brasil, era essencial para o funcionamento de geladeiras e aparelhos de ar condicionado, presente em marcas como Coldsport, Climax, Frigidaire, General Electric e Brastemp, enquanto a nascente indústria automobilística já contava com as tintas Duco.

A borracha sintética Neoprene®, que mais tarde seria muito popular como material para as roupas de mergulho, já era amplamente utilizada no país, para aplicações mais técnicas (como encapar fios, por exemplo), assim como os diferentes tipos de plástico fornecidos pela DuPont, matéria-prima para inúmeros itens, de perucas a tubos de pasta de dente.


Anos 60

20 das 21 camadas da roupa usada pelo astronauta Neil Armstrong - quando, em 20 de julho de 1969, ele foi o primeiro homem a pisar na lua - eram feitas de produtos DuPont.

Aqui na Terra se usavam tecidos sintéticos como Orlon® e Poliéster, lançados antes da Lycra®, que aportou no Brasil ainda nos anos 60 iniciando uma revolução na roupa íntima e na moda brasileira para praia.


Anos 70

Foram os anos em que a DuPont começou a diversificar significativamente seus investimentos no país. Começavam a se disseminar os produtos feitos com Teflon , e a própria Lycra® teve a produção iniciada aqui em meados dos anos 70.

O Cromalin®, filme para prova de cor, é praticamente onipresente na indústria gráfica. E as indústrias de eletrônica e informática, que engatinhavam no país, podiam contar com a DuPont como fornecedora dos filmes Riston , para a impressão de circuitos integrados e conectores fabricados em Diadema.

Os defensivos agrícolas, tradicionais produtos da DuPont no mercado brasileiro, valeram à empresa o prêmio "Destaque à Lavoura", da Sociedade Brasileira de Agricultura.


Anos 80

O Corian® foi lançado no Brasil no final da década de 80. Inicialmente eram feitas com ele as bancadas e pias das melhores cozinhas planejadas do país. Ganhou espaço em laboratórios médicos, hospitais, no espaço interno de aviões e barcos, e hoje vem sendo também utilizado por arquitetos e designers para criação de mobiliário.

Nomex®, o material resistente a alta temperatura de que hoje são feitos os macacões dos pilotos de Fórmula 1, chega ao Brasil como matéria-prima para roupas profissionais. O Kevlar , fibra aramida sintética leve e resistente, é usado nos coletes à prova de balas e outros equipamentos de proteção - como capacetes para motociclistas. Barcos também se constroem com Kevlar®.


Anos 90

O pigmento branco usado para a coloração de produtos como plásticos e papel, é o dióxido de titânio, que a DuPont produz em Uberlândia, Minas Gerais, desde 1992. Na década de 90 também se inicia a comercialização do medicamento denominado Sustiva®, para pacientes com AIDS, e a DuPont começa a fabricar Nylon® para pneus em Camaçari, Bahia.

Começam os investimentos em biotecnologia, com a aquisição da Pioneer, fabricante de sementes com excelente desempenho no Brasil.


2000-2007

Os rumos traçados pela DuPont para o século 21 contemplam o desenvolvimento de produtos sustentáveis, como produtos agrícolas, biocombustíveis e novas fontes de energia - segmentos que representam excelentes perspectivas para a subsidiária brasileira.

O Brasil recebe expressivos investimentos na área de Agricultura e Nutrição, uma das cinco plataformas de negócios em que a DuPont atua, além de Tecnologias de Cor & Revestimento, Materiais de Alta Performance, Tecnologias de Eletrônicos & Comunicação e Segurança & Proteção.

A soja e a lecitina de soja produzidas pela Solae (uma associação Bunge-DuPont) estão presentes em inúmeros dos alimentos consumidos no país.

Em maio de 2006, o Surlyn® é utilizado nas sofisticadas embalagens desenvolvidas pelo designer francês Thierry de Baschmakof para a linha de tratamento antiidade, VitActive, de O Boticário.

Em meados deste mesmo ano, a DuPont anuncia o Programa DuPont de Gestão em Biosseguridade e Segurança Alimentar, que visa proporcionar às indústrias de alimentos uma mudança cultural, envolvendo tecnologia, processos e, fundamentalmente, o fator humano.

A DuPont lança também o DuPont™ Ti-Pure® R-902+, novo grau de dióxido de titânio, especialmente desenvolvido para a indústria de tintas. O produto oferece maior facilidade de dispersão e consistência na performance, proporcionando também redução de energia, aumento da produtividade e melhoria na qualidade das tintas.

Ainda em 2006 lança produtos e serviços para os segmentos de tintas automotivas e industriais, como linha DuPont Chroma - Geração III, que agrega novas vantagens ao dia-a-dia nas oficinas.

Em 2007, um dos produtos finalistas para o prêmio de design conferido anualmente pelo Museu da Casa Brasileira foi um ofurô (a banheira tradicional japonesa) feito de Corian®.

O Marinex® com Teflon® une a resistência do refratário Marinex® à praticidade e durabilidade do Teflon®, facilitando o cotidiano da dona de casa.

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Cronologia


1937

Nasce, no Rio de Janeiro, a Indústrias Químicas Brasileiras Duperial, resultado da associação entre a norte-americana DuPont e a britânica ICI


1943

Transfere-se para São Paulo a sede da Duperial


1948

Operação da fábrica de explosivos em Barra Mansa, Rio de Janeiro


1953

Desfaz-se a associação com a ICI, criando-se nova razão social: DuPont do Brasil S.A.


1957

Produção de Gás Fréon® em Barra Mansa


1967

Fabricação do fungicida Manzate® em Barra Mansa


1971

Brasiflon, para fabricação de peças de Teflon®


1972

Inauguração em Diadema, São Paulo, de unidade para corte do filme industrial Riston®, usado no setor gráfico e na fabricação de placas de circuito impresso


1972

Aquisição do controle acionário da fábrica de tintas Polidura em Cumbica, São Paulo


1974

Fabricação de Lycra® em Paulínia, São Paulo


1976

Participação em associação com a Petroquisa e Petroquímica da Bahia, formando a Isocianatos do Brasil para produzir em Camaçari, Bahia, insumo para fabricação de espuma de poliuretano


1977

Para produzir soda cáustica, cloro e hidrogênio, entra em funcionamento em Maceió a Salgema, da qual a DuPont participa ao lado do grupo baiano Euvaldo Luz e do BNDE


1978

Fabricação de herbicidas e explosivos water gel em Barra Mansa


1979

Fabricação de conectores em Diadema


1979

A Empress é a primeira empresa brasileira a usar o Teflon II em suas panelas


1980

Estação Experimental Agrícola, em Paulínia. Trata-se de testar na prática os defensivos agrícolas DuPont em diversas culturas


1981

Produção de pastas condutivas na fábrica de produtos eletrônicos, em Diadema


1981

Nova sede da DuPont em Alphaville, São Paulo


1983

Duplicação da capacidade de produção de Lycra®, em Paulínia


1983

Duplicação da produção de sistemas conectores e fabricação de Riston® em Diadema


1985

Aquisição de direitos de lavra de reservas de atanásio, fosfato e nióbio, em Minas Gerais, visando a produção de dióxido de carbono


1985

Aquisição de reservas de fluorita, no Paraná, para intensificar a produção do Fréon®;


1985

Aquisição da Statomat-Macafil, no Paraná, para suprir a necessidade de ferramentaria para a unidade de Diadema


1985

Associação com a Tintas Renner


1986

Venda do negócio de explosivos para a Britanite


1986

Formação da Norcom-DuPont Compostos Termoplásticos do Nordeste S.A., em associação com a Polipropileno S.A., para fabricação em Camaçari de termoplásticos - plásticos duros usados por exemplo na indústria automobilística, de eletrodomésticos, eletrônica e informática


1989

A DuPont integra as subsidiárias da Argentina, Brasil e México


1989

- Lançamento do Corian® no Brasil


1989

Venda da Statomat-Macafil para a Metal Leve


1992

Produção de dióxido de titânio em Uberaba, Minas Gerais


1994

Lançamento de nova linha de tintas automotivas anticorrosão


1995

A DuPont amplia de 30 para 46% sua participação na associação com a Renner e cria-se a Renner DuPont Tintas Automotivas e Industriais


1995

Associação com a Vicunha para produzir Nylon® têxtil


1997

Produção de herbicidas para soja em Paulínia


1998

Produção de Nylon® industrial para pneus, pela Dusa - uma associação com a empresa turca Sabanci. A fabricação se dá nas instalações da Cobafi, adquirida pela DuPont em Camaçari


1998

Associação com a Griffin, que passa a compartilhar os negócios na área agrícola


1999

Início dos investimentos em Biotecnologia


1999

A DuPont lança campanha divulgando no Brasil o novo slogan da companhia, "Os Milagres da Ciência"


1999

Recebe o "Prêmio Sherwim Williams", na categoria Fornecedor de Pigmentos, área DTT


1999

Prêmio "Q1 Preferred Quality Status", da Ford, área DPC


2000

Recebe o "Prêmio Paint & Pintura", da Paint & Pintura, na categoria Dióxido de Titânio, área DTT


2000

Recebe pela segunda vez o "Prêmio Sherwim Williams", na categoria Fornecedor de Pigmentos, área DTT


2001

A DuPont Safety Resources, de consultoria em segurança industrial e operacional, passa a atuar no Brasil


2001

Em associação com o grupo Cipatex constitui a Duci, para fabricação de não-tecidos em Cerquilho, São Paulo


2001

Premiada no "Concurso Anual de Segurança" da ABPA - Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes pela Menor Taxa de Freqüência de Lesões de Incapacitantes; área SHE


2001

"Prêmio Autodata de Melhor Empresa", na categoria Grupo Químico, área DPC


2002

A DuPont comemora os 200 anos de sua fundação nos Estados Unidos e se reestrutura em cinco plataformas de negócios: Cor e Revestimento; Agricultura e Nutrição; Materiais de Alta Performance; Tecnologia de Eletrônicos e Comunicações; Segurança e Proteção


2002

Com a Aracruz Celulose, Petrobras e Veracel, a DuPont cria o Instituto BioAtlântica


2002

Início do projeto "Cultivando Cidadãos", para o meio rural


2002

Recebeu pela segunda vez o "Prêmio Paint & Pintura", da Paint & Pintura, na categoria Dióxido de Titânio, área DTT


2002

Prêmio "Fornecedor do Ano Ford Motor Company Brasil", na categoria Acabamento, área DPC


2002

Prêmio Honda "Honra ao Mérito Qualidade", área DPC


2002

Prêmio "DeskTop 2002", Produto do Ano - Prova Cromalin Digital, da Revista DeskTop, área DuPont Color Communication


2003

A DuPont se despede de marcas famosas como Nylon®, Lycra® e Poliéster ao vender os negócios da área têxtil para a Koch Industries


2003

Venda dos negócios de Nylon® industrial para a Sabanci


2003

Aquisição da parte da Renner na fábrica de tintas, dando origem à DuPont Performance Coatings


2003

Associação com a Bunge, originando a Solae, para atuar no mercado de proteína e lecitina de soja


2003

Prêmio "Score Card" da Spring Carrier - pela melhoria contínua nos quesitos qualidade, atendimento e custo na área de Fluorquímicos


2003

Prêmio "Mérito Empresarial" da ACISE / CDL, categoria Indústria, área Solae


2003

"Prêmio Fornecedores 2003", da Volkswagen, área DPC


2004

Inauguração da nova fábrica da DuPont Performance Coatings em Guarulhos


2004

Aquisição da parte da Griffin na associação formada em 1998


2004

O Ministério da Agricultura brasileiro adota o Sistema BAX®, desenvolvido pela DuPont, como método oficial da detecção de salmonela em amostras de alimento, na água e no meio ambiente


2004

DuPont Camaçari recebeu por dois anos consecutivos o "Prêmio Pólo - 4 Estrelas", do Comitê de Fomento Industrial de Camaçari - COFIC, na área Química & Petroquímica


2004

Recebeu pela terceira vez o "Prêmio Paint & Pintura", da Paint & Pintura, na categoria Dióxido de Titânio, área DTT


2004

Recebe o "Troféu Minerva" do Conselho Regional de Química - Destaque na Indústria Química, área Solae


2004

"Prêmio Mérito Fitossanitário" da Andef - Associação Nacional de Defesa Vegetal, na categoria Indústria


2004

Recebe pela quarta vez seguida o Prêmio "Graphprint" na categoria Sistemas de Provas - Provas Cromalin, da Revista Graphprint, área DuPont Color Communication


2005

Recebe dois anos consecutivos e pela terceira vez o Prêmio "Fornecedor do Ano Ford Motor Company Brasil", na categoria Acabamento, área DPC


2005

Empresa mais Admirada por oito anos consecutivos no ranking da revista Carta Capital


2005

Prêmio "Camélia da Liberdade" do CEAP - Centro de Articulação de Populações Marginalizadas por ações de valorização e inclusão dos afro-descendentes


2005

"Troféu Oswaldo Moreira" da Revista do Frio - Miguel Cazavia de Fluorquímicos foi eleito Personalidade da Indústria


2005

Prêmio "ECO 2005" da Amcham - Modalidade Meio Ambiente, pelo projeto AMAI - Amigos do Meio Ambiente em Itumbiara, área Pioneer


2005

Prêmio "ECO 2005" da Amcham - Modalidade Meio Ambiente, pelo projeto "Educação Sanitária - Agrotóxicos, Saúde Humana e Meio Ambiente" - área Pioneer


2005

Prêmio "Mérito Empresarial" da ACISE/ CDL, categoria Ecologia, área Solae


2005

Prêmio "Top Ser Humano" da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos) - RS, pela Mudança de Cultura de Segurança na Planta de Esteio, área Solae


2005

Premiada por três anos consecutivos com o "Top of Mind de Proteção - As Marcas que estão na Cabeça dos Prevencionistas", da Revista Proteção, na categoria Equipamentos Especiais de Proteção


2005

Prêmio "Vida Profissional SodexHo Pass", na categoria Benefícios, pelo Multiflex implementado pelo RH


2005

DuPont Camaçari recebeu o "Prêmio Pólo - 5 Estrelas", do Comitê de Fomento Industrial de Camaçari - COFIC, na categoria Química & Petroquímica


2005

Recebe pela terceira vez o "Prêmio Sherwim Williams", na categoria Fornecedor de Pigmentos, área DTT


2005

Recebe prêmio "Empresa Destaque do Ano" da Yamaha, pela segunda vez consecutiva, área DPC


2005

Recebe pela quinta vez seguida o prêmio - "Honra ao Mérito" da ABFLEXO - Associação Brasileira de Flexografia, como Fornecedor de Fotopolímeros - Cyrel®, área DuPont Packaging Graphics


2005

Recebe pela segunda vez o prêmio "Anunciante do Ano" da ABFLEXO - Associação Brasileira de Flexografia, por seu Fotopolímero Cyrel®, área DuPont Packaging Graphics


2006

A DuPont do Brasil ocupa o 143o. lugar entre as 500 maiores empresas do Brasil, segundo a classificação da revista Exame


2006

Posicionada entre as 25 do Guia de Boa Cidadania da Exame


2007

A DuPont comemora 70 anos de Brasil


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